7 Belo maxiDuo - Abacaxi + Morango & Uva + Tutti Fruti

Posted on Wednesday 2 July 2008

Exemplares encontrados em qualquer caixa ou gôndola do País, custando 10 cents e com embalagens com colorido digno de um casamento indiano, as maxiDuo (sim, o “maxi” começa com letra minúscula e o “Duo” com maiúscula… pura chinfra) continuam a antiga linhagem composta de grandes sucessos como a 7 Belo original e a 7 Belo Maxi Maça Verde e fracassos como a 7 Belo Maxi Framboesa (não oficialmente avaliada pelo Mentes, mas acreditem: é uma bosta).

Uva + Tutti Fruti:  Destaque para a parte Tutti Fruti , o confeito vem com todo o “sabor” e cheiro de chiclete Ploc, recomendado pra quem gosta ou gostava de engolir chiclete. Infelizmente, a outra metade tem um colorido que parece ter vindo de espuma de copo de Fanta Uva (quem viu, sabe do que eu estou falando) e não desperta grande confiança. Foda-se. Jogue no bucho e esqueça.

Abacaxi + Morango: Medíocre que só, mas por outro lado, ninguém compra 7 Belo esperando lá grandes cousas. Gosto, cheiro e aparência de bala genérica, mas como sempre, altamente mastigável e bem superior àquelas balas de hortelã que ofereciam antigamente no caixa da padoca.

Veredicto: Vulgar!

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Marcus @ 1:15 pm
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Restaurante Estación Sur (A Catedral da carne)

Posted on Tuesday 1 July 2008

Como grande comemoração para os já distantes 300000 hits do Mentes, escolhemos o Estación Sur, mais uma casa de carníveis argentinos localizada na região dos Jardins. O receio de mais uma decepção culinária era forte, mas ainda assim a necessidade por carne tostada falou mais alta e conferimos.

Logo de cara, o bovinódromo surpreende pela fachada cheia de marra e picardia, um pouco afrescalhada para o gosto do Mentes, felizmente a decoração toma outros rumos dentro da casa, apresentando um visual mais rústico/”cara de lugar pra se comer carne”. O restaurante apresenta três ambientes distintos, sendo que recomendamos fortemente a visita num dia ensolarado ou à noite, para se aproveitar melhor a simpática área do “jardim”, igualmente adequada para se levar a mulher, a família ou os amigos.

Na hora de pedir os bebíveis, uma grande falha da casa: falta de variedade em cervejas. Os frequentadores podem optar entre algumas long-neck, a argentina (porcaria) Isenbeck, a alemã Warsteiner e o velho e bom chope Brahma (que acabou sendo a opção do Mentes). Provavelmente os apreciadores de vinhos e afins vão encher a cara melhor.

Para a entrada, uma Porción de Parrillena (tradução: linguiças variadas) que caiu muito bem e apagou da memória a wannabe salsicha coquetel de segunda categoria servida no já mencionado (e infame) Rubaiyat. Vale lembrar que o couvert da casa vem com uma variedade de pães e caem muito bem no bucho junto com as guiças e o chopps. Ments recomends!

O pedido principal foi composto pelo tradicional Bife de Chorizo Ancho (contra filé com gordura), um Assado de Tira (costela na brasa num corte transversal) e um Vacio (aka Fraldão), acompanhados pelo velho e bom gohan branco (arroz, para os não versados em japonês) e uma “porçã” de Papas Noisette (nome fresco para “bolinhas de batata frita”. Todas carnes muito bem preparadas e saborosas, mas infelizmente sem chegar ao nível über top do 348.

As sobremesas variam entre o normalzola de restaurantes argentinos como as tradicionais panquecas com doce de leite (boa, mas longe de ser a melhor já testada) e algumas pérolas como o Charlotte (almendrado com calda de chocolate quente, recomendada) e a Pera al Malbec (auto-explicativo, também muito recomendada). Se o garçom oferecer um vinho de sobremesa, aceite, a sugestão acompanhou o Charlotte e rendeu altos Mentes Kudos(TM) para o atendimento da casa.

No nosso top ten de restaurantes de bovinos tostados, a carne do Estación Sur perde por pouco (muito pouco) para os já analisados Ávila, El Tranvía e North Grill mas ganha pontos pelo ambiente confortável, o bom atendimento e as sobremesas bem acima da média. Como bônus adicional, a casa vende apetrechos para o bom churrasqueiro de fim de semana.

Estación Sur
Al. Joaquim Eugênio de Lima, 1396 - Jardim Paulista - São Paulo - SP
Tel: (11) 3885-0133/(11) 3885-4383

Atendimento: Segundas Feiras: 12:00 às 15:00h. Terças a Sextas Feiras: 12:00 às 15:00h e 19:00 à meia-noite. Sábados: do meio-dia à meia-noite - sem intervalo. Domingos: 12:00 h às 17:00 h. Valet na porta, aceita reservas.

Pagamento: Dinheiro, cheques, C.C.

Preço médio por cabeça: cerca de R$100,00 (couvert, entrada, prato, sobremesa, bebes variados, e um cafezola)

Veredicto Comida: Coisa bom!
Veredicto Custo X Benefício: Coisa bom!

Apetrechos para o bom churrasqueiroCharlotte, bonito e totoso

Marcus @ 4:10 pm
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De(ath)sign - The clienter becomes the client

Posted on Wednesday 25 June 2008

Prestando mais um serviço de utilidade pública, o Mentes vai avisar aos seus ávidos leitores toda vez que for atualizada a tira online retratando o submundo triste e cruel das produtoras de vídeo (e design em geral), escrita e desenhada pelo grande connoisseur de entretenimento alternativo e cultura inútil, Marcos Cintra.

De(ath)sign 83 - The clienter becomes the client

Marcus @ 5:49 pm
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Alfajor Perrota

Posted on Tuesday 24 June 2008

Depois da invasão dos alfajores Havanna nos shoppings, agora não é difícil achar doces porteños nas lojas de insumos. Esse Perrota foi encontrado em uma nova loja de insumos na região, e custou míseros 1 real. Produzido no Uruguai, o alfajor tem a massa meio seca (como é padrão em todos os seus primos do Mercosul, e que não é necessariamente um defeito), e é muito saborosa. O doce de leite do recheio e o chocolate do exterior também não decepcionam, transformando o Perrota numa excelente alternativa para quem quer comer alfajor e não quer se arriscar naqueles caseiros sem rótulo, embrulhados no filme de PVC e largados numa cestinha nas lojas de insumos e bancas de jornal de Sampa. Pelo preço de um Havanna, quatro Perrotas saciam a vontade de qualquer porcão.

Veredicto: Coisa bom!

Pao de mel seco Perrota

Marcel @ 2:36 pm
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Cerveja Nobel

Posted on Monday 16 June 2008

Aparente novidade nos supermercados, a cerveja Nobel tenta enganar os incautos com uma embalagem caprichadinha e preço acima da média pobre nacional (quase 1,30). O bebedor safo vai ler na parte de trás que a mesma é produzida em Pernambuco, e “popriedade” da Schincariol, também dona da aprovada pelo Mentes Devassa, e da bosta da Eisenbahn, o post mais comentado da história do Mentes pelas putinhas da marca (lembrem-se crianças: o radicalismo é uma forma de ignorância).

Mas, contrariando as marcas acima citadas, nas quais os produtos são realmente diferenciados (e também mais caros), a Nobel cheira/fede e tem gosto da velha e vulgar Bavária, a cerveja dos amigos. Pelo preço, leve Itaipava Premium que é mais negócio.

Veredicto: Não presta!

nobel_blog.jpg

Marcel @ 11:27 am
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Black Sheep

Posted on Monday 16 June 2008

Produzido em 2006 na Nova Zelândia (onde existem mais ovelhas do que pessoas), o filme Black Sheep é forte candidato a clássico do cinema jagunço mundial. Numa fazenda tradicional do local, o irmão malvado faz experiências genéticas na fazendo que herdou do pai, já que o irmão mais novo baitola ficou com trauma de ovelhas e foi pra cidade grande. Volta e vê as pilantragens do irmão, tenta impedir e por aí vai….

Agora a melhor parte são as ovelhas mesmo. Com a libertação de uma ovelha alterada geneticamente, começa o ataque. A ovelha contaminada morde outra ovelha, e contamina essa, que morde outra ovelha, e assim por diante. Depois de infectadas, as ovelhas só querem saber de comer carne humana, e começam a matar toda e qualquer pessoa que passe pelo caminho delas. E o que parecia só bizarro fica ainda melhor, já que quando uma pessoa é atacada por ovelhas, depois de um tempo ela se transforma nun OVELHOMEM, que vai atrás de outros humanos. Coisa fina!

Com efeitos especiais até que bem feitos (da Weta Digital, o mesmo povo neo-zelandês responsável por O Senhor dos Anéis), e uma produção bem feita, o filme é diversão garantida pra toda a família, mesmo que algumas horas fique difícil de saber se o filme se enquadra como terror, ação ou comédia, vide o vídeo que acompanha o post.

Disponível num Torrent próximo de você.

Veredicto: Coisa bom!!!

Merchan original

Marcel @ 11:16 am
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Bombom Dr. Choco Clone

Posted on Monday 16 June 2008

Mais um bombonzinho mequetrefe da argentina Arcor. Custando cerca de R$ 0,30 nas lojinhas de insumos, compre apenas para sufocar os seus sobrinhos pentelhos. Pra falar a verdade, o pobre acepipe parece uma versão remixada (e ainda mais fracassada) do tradicional bombom do Fofão, da (esperamos) extinta Diziolli.

Não confundir com o seu primo Dr. Choco Clone Pizza, alegria das crianças, pessoas de bem, e aprovado pelo Mentes.

Veredicto: Não presta!

Clone do bombom Fofão Diziolli

Marcus @ 10:50 am
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Guarah

Posted on Tuesday 10 June 2008

Produto relativamente novo nas geladeiras paulistanas, a wannabe água Guarah (o “h” no final deve ser uma tentativa pouco inteligente de atrair o público jovem semi-analfabeto que povoa a Internet… ou talvez para fazer parzinho com a igualmente “h”izada H2OH, vai entender…) é mais uma tentativa da Ambev de responder ao sucesso da Pepsi no segmento de refrigerantes aguados e sem açúcar que tem assolado o País.

Custando R$1,70 por garrafeta tamanho “padrão H2OH“, o bebível possui o agora essencial indicativo “Zero Açúcar” e o logo da venerável e tradicioná Guaraná Antarctica, quase sempre um bom presságio.

Infelizmente, o refrigerante possui tanta graça quanto um copo de requeijão pintado com guache branco e decepciona forte. O produto pode ser fácilmente sintetizável em casa, basta misturar 200 ml de Guaraná Antarctica Zero a 400 ml de água de torneira, e voilá! Agora você pode economizar alguns cobres e poupar uma ida ao mercadinho de esquina. Saboroso assim.

Veredicto: Não presta!

guarah_blog.jpg

Marcus @ 12:38 pm
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Convenção Frutaína

Posted on Tuesday 13 May 2008

Nos turbulentos dias de hoje, onde tudo tem versões diet, light, zero e outros termos veadinhos, é um alívio para a alma encontrar lixos como a Convenção Frutaína. Em tese, o refrigereco é uma combinação de guaraná, maçã e limão. Na prática, é uma bomba de açúcar, escura, meio sem gás e com sabor de xarope de guaraná que só é vendido em mercadinhos sinistros. Enfim, um venenão para matar a saudade dos bons tempos em que refrigerante engordava e a tubaína vinha em garrafa de cerveja…

Veredicto: Coisa bom!

Raaaaaaaçaaa

Marcio @ 9:47 am
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Laroshell Pralinen Mit - bombom com whisky

Posted on Thursday 24 April 2008

Encontrado na “insumaria” dos japas (sem ser o Imawa, na Paulista), em uma caixa relativamente grande pelo preço (6,50 reaus). Logo na caixa, a foto do Teacher’s espanta os fracos de espírito, já que graças a toneladas de falsificações dele e do J&B anos atrás, o pessoal ficou com receio dessas beberagens. Mas como o Mentes é jornalismo verdade, fomos investigar a fundo. O Teacher’s tem preço de whisky barato, custando 33,79 no Pão de Açúcar (para referência, o Passport, whisky nacionalizado sai por 34,99 na mesma loja). Mesmo sabendo pelos nosso amigos chineses que um produto pode sair da China e chegar aqui custando menos que seu similar nacional, isso pesa contra a qualidade do Teacher’s , já que o importado dessa categoria mais vendido aqui é o Red Label, custando 64,90 pela garrafa. Futuras investigações serão feitas.

Voltando ao insumo, o produto é fabricado na Alemanha, com no mínimo 50% de cacau na composição do chocolate, e 7% de whisky (o Mentes supõe que é na composição de cada bombom, ao invés de diluir o whisky até essa graduação alcoólica). Basicamente é um chocolate gostoso, recheado com álcool, já que o sabor do whisky desaparece. Se falassem que era feito no Brasil e recheado com 51, dava para acreditar. Será o Teacher’s sem gosto, ou o chocolate que disfarça?? Whisky ou não, o que interessa é que dá pra comer bem, e pelo preço é uma pechincha. São 15 bombons (150g), que satisfazem até o mais voraz consumidor de doces. Na diminuta categoria dos doces com bebida, é uns dos grandes.

Veredicto: Coisa bom!

Ressaca em caixinha

Marcel @ 5:06 pm
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